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500 mil sites sofrem injeção de SQL
17:15Mais de 500 mil sites legítimos foram afetados por um novo tipo de injeção de código SQL que propaga um cavalo-de-tróia ladrão de senhas.
Segundo o Sans Institute Storm Center, SISC, os ataques atingiram sites de entidades, de empresas e até páginas de governo. “Esse tipo de injeção esvazia o conceito de site ‘confiável’ ou ‘seguro’ ”, diz o pesquisador Donald Smith, do SISC.
Os sites comprometidos com essa injeção de SQL são invadidos por um código que redireciona o browser para outro site, no qual um cavalo-de-tróia ladrão de senhas tenta se instalar na máquina do usuário.
O SISC recomenda que as empresas bloqueiem em seus firewalls de borda o acesso ao endereço hxxp:/www.nihaorr1.com e também ao IP a ele associado, 219DOT153DOT46DOT28.
Carlos Machado, da INFO
Pirata virtual acusado de invadir o eBay é preso na Romênia
05:32Um tribunal de Bucareste decretou nesta sexta-feira (18) a prisão de um pirata virtual romeno de 20 anos acusado de invadir várias vezes o site de leilões na internet eBay e causar prejuízos avaliados em mais de US$ 2 milhões.
O jovem foi detido em seu apartamento, localizado no 5º andar, mas conseguiu atirar pela janela três laptops antes que a polícia forçasse a porta. No entanto, os especialistas esperam poder recuperar os dados.
A Polícia procurou durante dois anos o jovem, identificado como Vlad Constantin Duiculescu, morador de Bucareste. As autoridades romenas tinham alertado o FBI (polícia federal norte-americana) sobre suas atividades pela primeira vez em abril de 2005.
O suposto pirata virtual, que utilizava o codinome de "Vladuz", criou um programa que permitia coletar os dados pessoais e os códigos dos cartões de crédito dos funcionários do eBay. Ele tentou vender o aplicativo pela internet à própria companhia prejudicada.
Os prejuízos causados por esta invasão na companhia, que teve que reconfigurar seu sistema de segurança após o ataque, foram estimados em mais de US$ 2 milhões.
Outro jovem romeno, Victor Faur, foi acusado em 2006 pela Justiça americana de ter entrado em 150 bases de dados da Nasa (agência espacial norte-americana), do Departamento de Energia e da Marinha americanos.
Vulnerabilidade do Windows corrigida no Patch Tuesday é explorada crackers
09:31
Correção de vulnerabilidade na GDI, considerada a mais perigosa, já é explorada em três sites por meio de arquivos WMF e EMF.
Uma vulnerabilidade crítica do Windows, corrigida pelo boletim de atualizações mensais da Microsoft, o Patch Tuesday, na última terça-feira (08/04), já foi explorada por crackers, afirma a Symantec. Os crackers que tentaram atacar o software, contudo, ainda não obtiveram sucesso.
Segundo a Symantec, a única versão do sistema operacional que não corre riscos é o ainda não concluído Windows XP SP3.
“Observamos tentativas, pelo serviço DeepSight, que miram a vulnerabilidade na GDI (do inglês Graphics Device Interface), corrigida pela Microsoft no Patch Tuesday”, explica a
Symantec no alerta. Este é o bug considerado mais perigoso.
De acordo com a Microsoft, todas as versões do Windows, incluindo o Vista SP1 e o Server 2008, são vulneráveis a ataques. As falhas podem ser despertadas por arquivos de imagem WMF (Windows Metafile) mal formados ou EMF (Enhanced Metafile), alerta a empresa.
A Symantec já encontrou três sites que hospedam arquivos maliciosos WMF ou EMF que se aproveitam de uma das duas falhas na GDI. As imagens, contudo, não conseguiram explorar o bug, pois não têm dados suficientes para tal.
O Windows XP SP3, única versão não afetada pela vulnerabilidade, não tem data exata de lançamento - a Microsoft só afirma que irá lançá-lo no “primeiro semestre de 2008”.
A empresa de segurança pede que os usuários instalem as correções da GDI se ainda não o fizeram. Os ajustes podem ser baixados pelos serviços Microsoft Update, Windows Update e Windows Server Update.
Uma vulnerabilidade crítica do Windows, corrigida pelo boletim de atualizações mensais da Microsoft, o Patch Tuesday, na última terça-feira (08/04), já foi explorada por crackers, afirma a Symantec. Os crackers que tentaram atacar o software, contudo, ainda não obtiveram sucesso.
Segundo a Symantec, a única versão do sistema operacional que não corre riscos é o ainda não concluído Windows XP SP3.
“Observamos tentativas, pelo serviço DeepSight, que miram a vulnerabilidade na GDI (do inglês Graphics Device Interface), corrigida pela Microsoft no Patch Tuesday”, explica a
Symantec no alerta. Este é o bug considerado mais perigoso.
De acordo com a Microsoft, todas as versões do Windows, incluindo o Vista SP1 e o Server 2008, são vulneráveis a ataques. As falhas podem ser despertadas por arquivos de imagem WMF (Windows Metafile) mal formados ou EMF (Enhanced Metafile), alerta a empresa.
A Symantec já encontrou três sites que hospedam arquivos maliciosos WMF ou EMF que se aproveitam de uma das duas falhas na GDI. As imagens, contudo, não conseguiram explorar o bug, pois não têm dados suficientes para tal.
O Windows XP SP3, única versão não afetada pela vulnerabilidade, não tem data exata de lançamento - a Microsoft só afirma que irá lançá-lo no “primeiro semestre de 2008”.
A empresa de segurança pede que os usuários instalem as correções da GDI se ainda não o fizeram. Os ajustes podem ser baixados pelos serviços Microsoft Update, Windows Update e Windows Server Update.
Confira as 9 principais vulnerabilidades em aplicações Web
07:46Conheça as 9 principais vulnerabilidades em aplicações Web de acordo
com levantamento realizado pela empresa de segurança Batori. No estudo
foram utilizados dados reais baseados em projetos de análise de
segurança desde 2006. Segundo a companhia, esses ataques respondem por
89% dos casos avaliados.
“Grande parte das vulnerabilidades não são detectadas por ferramentas
como scanners e analisadores de códigos e, quando analisadas, não têm a
devida eficácia”, afirma Ricardo Kiyoshi, diretor da Batori. “Falhas
desta natureza somente são identificadas e reparadas por profissionais
experientes. Então os hackers se aproveitam dessas vulnerabilidades,
que geram brechas, para invadir os sistemas”, diz.
Confira a lista:
com levantamento realizado pela empresa de segurança Batori. No estudo
foram utilizados dados reais baseados em projetos de análise de
segurança desde 2006. Segundo a companhia, esses ataques respondem por
89% dos casos avaliados.
“Grande parte das vulnerabilidades não são detectadas por ferramentas
como scanners e analisadores de códigos e, quando analisadas, não têm a
devida eficácia”, afirma Ricardo Kiyoshi, diretor da Batori. “Falhas
desta natureza somente são identificadas e reparadas por profissionais
experientes. Então os hackers se aproveitam dessas vulnerabilidades,
que geram brechas, para invadir os sistemas”, diz.
Confira a lista:
- XSS Cros site scripting - 13% das ocorrências. Técnica de
ataque que permite executar scripts maliciosos no navegador do usuário
da aplicação vulnerável; - Manipulação de dados ocultos - 13% das ocorrências. A aplicação
vulnerável permite acesso indevido quando dados ocultos são manipulados
indevidamente; - Falha ao restringir acesso a URL ou funcionalidade - 11% das
ocorrências. A aplicação não restringe adequadamente suas áreas
restritas; - Tratamento indevido de erro, revelação de informações sensíveis -
9% das ocorrências. A aplicação revela informações sensíveis através de
uso não esperado; - Armazenamento inseguro de criptografia - 9% das ocorrências.
Dados sensíveis que precisam ser armazenados de forma criptografada
estão em texto livre ou com criptografia inadequada; - Comunicação insegura - 8% das ocorrências. A aplicação trafega dados sensíveis através de canis não-seguros;
- Falha da especificação de requisitos - 8% das ocorrências. Os
controles de segurança que deveriam existir não existem devido a falha
na especificação; - Injeção de comandos - 8% das ocorrências. Técnica de ataque que
explora injeção de comandos através de aplicação para ser processado
por outros sistemas ou camadas. Por exemplo: SQL Injection, SMTP
Injection, HTML Injection etc; - Processo inadequado de cadastro de usuários - 5% das ocorrências. O
cadastro de usuário deve seguir algumas recomendações de segurança, que
se não forem seguidas, podem expor a aplicação a diversos incidentes.




