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Malware seqüestrador ataca outra vez

09:02
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Produtos de segurança da Microsoft classificam Skype como malware

08:03

A Microsoft errou ao rotular o Skype como um adware malicioso na quarta-feira (22/04) nos seus produtos de segurança. A empresa corrigiu o problema com a atualização 1.31.9121.0.
As novas versões dos produtos de segurança da empresa confundiram o Skype com um adware chamado Win32/Vundo.gen!D.
O bug atinge as ferramentas Forefront Client Security, Windows Live OneCare e Windows Live OneCare Safety Scanner. O Windows Defender e a Malicious Software Removal Tool, que vêm com o Windows, não são vítimas da falha.
Os produtos de segurança da Microsoft não estavam removendo o Skype, mas o bloqueavam e impediam seu acesso. “Uma vez que as assinaturas estão atualizadas na máquina do usuário, o Skype vai rodar normalmente”, disse a agência de relações públicas da Microsoft.
Isto significa que os usuários não precisam instalar o software novamente, mas sim só atualizar a assinatura.
Especialistas de segurança chamam de “falso positivo” quando os produtos de segurança classificam softwares legítimos como malwares. Há dois anos, por exemplo, a Sophos considerou maliciosos arquivos do Mac OS X.
Os usuários podem baixar a atualização no site da Microsoft.

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Malwares migram de anexos de e-mails para sites, afirma Microsoft

02:57

Empresa afirma que phishings que levam usuários a sites se tornam mais comuns para driblar bloqueio de anexos em e-mails.

No último semestre de 2007 os crackers passaram a disseminar malwares por meio de sites em vez de e-mails com anexos, revelou o Microsoft Security Intelligence Report nesta terça-feira (22/04).
No período, o número de malwares removidos de máquinas com Windows foi 55% maior do que no primeiro semestre de 2007. A empresa ainda removeu um número 300% maior de cavalos-de-tróia, segundo o arquiteto do Malware Protection Center da Microsoft, Jimmy Kuo.

O salto para a web foi forçado porque os administradores de sistemas passaram a bloquear arquivos executáveis enviados por e-mail. Ou seja, a atitude forçou os crackers a enviarem phishings para induzir as vítimas a visitar sites maliciosos.
Kuo afirma que ainda há sistemas infectados, apesar de poucos usuários reportarem casos. Em média, a Microsoft removeu malwares de um em cada 123 computadores verificados no período. O Japão foi o país menos infectado, com malwares encontrados em apenas uma a cada 685 máquinas.
Segundo o relatório, o adware é o tipo de software malicioso mais comumente encontrado - no segundo semestre de 2007, foram detectados 34,3 milhões destes malwares.
Além disso, a maioria (de 75% a 80%) dos phishings rastreados pela Microsoft estavam em inglês, e este tipo de golpe está se movendo de e-mails para redes sociais.
A Microsoft baseia sua conclusão em cerca de 450 milhões de computadores que rodam a ferramenta Microsoft Malicious Software Removal Tool, que vem com o Windows.

Robert McMillan, editor do IDG News Service, de São Francisco

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Hackers chineses invadem o site The Sports Network

02:32

Um ciberataque planejando contra o site CNN.com foi realizado durante o fim de semana, mas não surtiu muito efeito. O site The Sports Network, por outro lado, não sobreviveu ao ataque DDoS (distributed denial-of-service) feito por hackers chineses.
Às 10:00 da manhã de domingo, a página do The Sports Network trazia a seguinte notas:
"O site The Sports Network e outros grandes sites de notícias foram hackeados por uma entidade política da China, e como resultado, estão temporariamente indisponíveis Nós pedimos desculpas pela inconveniência e esperamos voltar com os sites o mais breve possível. Obrigado por sua paciência e entendimento."
O site TechCrunch tem uma screenshot do site hackeado, que menciona a situação política da China/Tibet. A derrubada do site The Sports Network ocorreu como resultado de uma ameaça pública feita por hackers chineses ao CNN.com.
De acordo com o pesquisador da Arbor Networks, os ataques tiveram efeito no CNN.com, mas não interromperam as operações do site. A maioria dos ataques foram floods TCP SYN (ainda popular depois de todos estes anos), visando três sites diferentes da CNN. A intensidade do ataque foi muito pequena na média, com os picos chegando a modestos (por padrões globais) 100 Mbps.

Detalhes do ataque ao CNN.com:
Largura de banda do ataque: pico: 100 Mbps, média: 20 Mbps
Duração dos ataques: 30 minutos, com média abaixo de 15 minutos
Alvos dos ataques: www2.cnn.com, www3.cnn.com, edition.cnn.com

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Pirata virtual acusado de invadir o eBay é preso na Romênia

05:32

Um tribunal de Bucareste decretou nesta sexta-feira (18) a prisão de um pirata virtual romeno de 20 anos acusado de invadir várias vezes o site de leilões na internet eBay e causar prejuízos avaliados em mais de US$ 2 milhões.
O jovem foi detido em seu apartamento, localizado no 5º andar, mas conseguiu atirar pela janela três laptops antes que a polícia forçasse a porta. No entanto, os especialistas esperam poder recuperar os dados.
A Polícia procurou durante dois anos o jovem, identificado como Vlad Constantin Duiculescu, morador de Bucareste. As autoridades romenas tinham alertado o FBI (polícia federal norte-americana) sobre suas atividades pela primeira vez em abril de 2005.
O suposto pirata virtual, que utilizava o codinome de "Vladuz", criou um programa que permitia coletar os dados pessoais e os códigos dos cartões de crédito dos funcionários do eBay. Ele tentou vender o aplicativo pela internet à própria companhia prejudicada.
Os prejuízos causados por esta invasão na companhia, que teve que reconfigurar seu sistema de segurança após o ataque, foram estimados em mais de US$ 2 milhões.
Outro jovem romeno, Victor Faur, foi acusado em 2006 pela Justiça americana de ter entrado em 150 bases de dados da Nasa (agência espacial norte-americana), do Departamento de Energia e da Marinha americanos.
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Malware supera marca de 1 milhão em 2007 pela primeira vez, diz Symantec

15:06
Cerca de 65% de todas as ameaças foram detectadas em 2007, de acordo com a empresa de soluções de segurança
A contagem de malware realizada pela Symantec bateu a marca de 1 milhão pela primeira vez no segundo semestre de 2007, quando o número de códigos maliciosos deu um salto, revelou a empresa em seu relatório anual de segurança.

Das 1,1 milhão de ameaças detectadas pela Symantec desde que ela iniciou seus serviços de detecção – há mais de 25 anos, 711.912 foram descobertas em 2007; 499.811 delas foram encontradas apenas no último semestre do ano.

Em outras palavras, cerca de 65% de todas as ameaças já identificadas pela Symantec ao longe de mais de um quarto de século foram identificadas no ano passado

Para a Symantec, a explosão no volume de ameaças se deve à maior especialização dos autores dessas pragas, além da existência de organizações muito bem financiadas para esconder os programadores que escrevem e disseminam os malwares.

“Esse período de seis meses de relatos identificou a maior evidência disso”, disse Bem Greenbaum, gerente sênior de pesquisas da equipe de segurança da Symantec.

Ele destacou uma série de itens que se tornaram comum na indústria de malware – desde o que ele chamou de “kits de gestão de crime” até a prova de que os hackers trabalham em um mercado conduzido por uma economia na qual as ameaças são a moeda que movimentam os negócios.

“Algumas organizações manipulam apenas uma parte do processo de phishing”, diz o especialista, exemplificando com a especialização que tomou conta das ameaças virtuais. “Para as outras partes da tarefa, os hackers terceirizam o trabalho”, completa.

Segundo a Symantec afirma em seu relatório de ameaças à segurança da internet (Internet Security Threat Report), a especialização e organização significam que aquilo que chamam de crimeware se beneficia de economias de escala, exatamente como muitas empresas e negócios.
“Um grupo de programadores consegue criar um número muito maior de novas ameaças do que um único autor de códigos maliciosos, estimulando a economia de escala e, portanto, um maior retorno sobre o investimento”, diz o relatório. “Muitas dessas ameaças podem ser utilizadas para ganhos financeiros e esses procedimentos, por sua vez, para pagar os programadores para continuarem criando as ameaças”, afirma o documento.

“A combinação desses fatores resulta em um alto volume de novas amostras de códigos maliciosos que ameaçam usuários online.”

Greenbaum classificou o tsunami de ameaças em 2007 como “a gota d’água”, e disse que está claro que os fabricantes de soluções de segurança – e seus usuários – precisarão em breve migrar para a criação de uma “lista branca” para legitimar códigos, em lugar da atual “lista negra”.

Segundo Greenbaum, uma abordagem de lista branca para a segurança poderia assumir várias formas. Ele se negou a detalhar aquilo no que a Symantec vem trabalhando nesse sentido, dizendo apenas que a companhia está pensando em algumas idéias “interessantes”.

“Elas reduziriam o tamanho do conjunto de definições”, disse ele, “e tornaria o software de segurança mais eficiente na detecção de códigos maliciosos.”

Conforme as estimativas da Symantec, 65% das mais de 54 mil aplicações desenvolvidas com base na plataforma Windows para PC nos últimos seis meses eram maliciosas.

Ainda na semana passada, especialistas em segurança previram que a marca de um milhão de ameaças seria atingida apenas ao final de 2008.
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Confira os 10 principais malwares de março

10:50
O Cavalo de Tróia Peed (mais conhecido como Worm Storm) domina a lista dos 10 principais malwares de março de 2008 anunciada nesta sexta-feira, 04/04. De acordo com a BitDefender Labs, as variações deste Cavalo de Tróia representam mais da metade do total de malwares detectados no mês passado.

Ainda que o worm Storm lidere a lista, a técnica de infecção por malware mais difundida, posicionada em terceiro lugar da lista, foi detectada pela BitDefender como BehavesLike:Trojan.ShellHook, técnica que aciona um programa malicioso, quando o usuário, na realidade, inicia um programa legítimo e aparentemente inofensivo.

"Esta é uma forma bastante conveniente de executar um malware, aproveitando-se dos privilégios do usuário, sem conscentimento dele”, explicou Sorin Dudea, diretor de investigação antivírus da BitDefender. "Não é muito efetivo, mas é uma característica comum aos diferentes tipos de malware disponíveis hoje em dia. No entanto, obtem muito pouco sucesso, quando o tem”.

A lista BitDefender dos 10 principais malwares em Março de 2008 inclui:

1.


Trojan.Peed.Gen


55,58%

2.


Win32.Netsky.P@mm


5,97%

3.


BehavesLike:Trojan.ShellHook


2,07%

4.


Win32.NetSky.D@mm


1,76%

5.


Win32.Netsky.AA@mm


1,54%

6.


Win32.Nyxem.E@mm


1,22%

7.


Win32.Netsky.B@mm


1,07%

8.


Win32.Netsky.C@mm


1,03%

9.


Trojan.Kobcka.CZ


0,83%

10.


Win32.Mydoom.M@mm


0,72%

11.


OUTROS


28,21%

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Acabe com malwares usando o Spyware Terminator

09:01
O Spyware Terminator é especializado na remoção de spywares, adwares, trojans, keyloggers, home page hijackers e outros tipos de malwares, como WebRebates, Look2Me, BetterInternet, VX2, e CWS. O programa oferece a opção Real-Time Protection que analisa seu computador sempre que conectado, o teste completo pode ser agendado ou ativado manualmente.

Roda em Windows 2000, XP, 2003, Vista.

Programa gratuito (freeware).

Faça o download dele em:

http://www.spywareterminator.com


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Malware agora explora drives USB

08:57
Especialistas em segurança dizem que a nova onda de malware explora a popularidade dos pen drives.

Segundo a empresa de segurança ESET, fabricante do antivírus NOD32, 10,3% dos vírus e afins detectados em março continham informações sobre programas que devem rodar automaticamente quando um dispositivo removível é conectado ao PC.

Para a empresa, as contaminações via e-mail se tornaram tão comuns que as pessoas esquecem outras formas de invasão, ligadas diretamente ao desktop. No entanto, desde meados do ano passado, começaram a surgir ameaças concebidas para rodar em dispositivos como pen drives e HDs removíveis, conectáveis pela porta USB.
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McAfee prevê 750 novos malwares em 2008

07:27

A McAfee acaba de liberar seu relatório semestral sobre a atuação de
cibercrimes e infecções em todo o mundo. O número de ameaças
identificadas pela empresa, até 1º de fevereiro de 2008, chegou a 371
mil. Apenas em 2007, a companhia registrou 131,8 mil ameaças em ação.
Em relação a 2006, o total de ataques cresceu 246%. Até o final de
2008, a McAfee prevê a ação de 750 novos malwares.


De acordo com Jeff Green, vice-presidente sênior do McAfee Avert
Labs, os cibercriminosos têm se tornado muito habilidosos em aprender
as singularidades de cada região e, dessa forma, criar malwares
específicos para cada país. “Eles possuem habilidade psicológica e
lingüística”, diz Green. Acompanhe outras constatações do estudo da
McAfee, divididas por região:


Brasil - A indústria financeira é o alvo da maioria
dos ataques de cibercrimes. A Febraban, Federação dos Bancos
Brasileiros, estimou em 300 milhões de reais as perdas decorrentes da
fraude virtual, somente em 2005. Os bancos, por seu lado, investem
pesado para evitar as fraudes. Em 2006, foram investidos 6 bilhões de
reais em tecnologia bancária.



Estados Unidos – O país é considerado o ponto de
fusão do malware. Os códigos maliciosos que circulam pelos Estados
Unidos incluem elementos de softwares de ataques de diferentes regiões
do globo. Além dos golpes clássicos para enganar as vítimas, os
terroristas virtuais também se aproveitam de redes de web 2.0. O estudo
ressalta que, embora os Estados Unidos tenham leis contra cibercrimes,
a falta de leis internacionais dificulta a ação da polícia para ações
que chegam de fora da fronteira.

Europa – As barreiras lingüísticas são um obstáculo
para redes terroristas. Somente na união européia são 23 idiomas. Vírus
de macro, por exemplo, não funcionavam em redes e servidores com
idiomas diferentes do qual o vírus partiu. Por isso, os primeiros
ataques em massa bem sucedidos vieram de mensagens que não traziam
textos. Da mesma forma que isso dificulta a vida dos cibercriminosos,
os pesquisadores também têm dificuldade em traçar um perfil da atuação
de forma continental. Não há laboratórios em todos os países e o
reporte do que acontece em todas as localidades acaba se tornando
escasso.


China – Um quarto dos 137 milhões de usuários de
computador da China são usuários freqüentes de games online. Por isso,
naquela região, tem se tornado comum o surgimento de malwares que se
proliferam por jogos online visando fraudes bancárias.


Japão – Propagação por peer-to-peer é a modalidade
mais comum no Japão. A rede Winny, uma rede de troca de arquivos que
permite o anonimato dos usuários e é uma verdadeira febre no Japão,
tornou-se em 2007 a favorita entre criminosos para contaminação por
malwares.


Rússia – Com a economia em dificuldade, a Rússia
acaba sendo um terreno fértil para ataques de hackers. Um dos toolkits
mais usados no mundo todo foi produzido na Rússia e comercializado no
mercado negro. Apesar de atualmente os hackers russos serem muito
ativos, o Avert Labs da McAfee acredita que a ação dos cibercriminosos
naquele país irá diminuir graças à perspectiva de aprovação de leis
mais rigorosas contra crimes virtuais.









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IE 8, Firefox 3 vão enfrentar os malwares

09:20

Novas versões de
browsers em desenvolvimento pela Microsoft e Mozilla incluirão proteção
integrada contra phishing, vírus e outras ameaças. Durante a MIX08 na
quarta-feira, a Microsoft demonstrou o IE 8 pela primeira vez ao
público.

Larry Dignan, do
ZDNet, afirmou que o IE 8 terá melhor proteção contra malwares através
de um novo recurso chamado Safety Filter, uma versão melhorada do
phishing filter do IE 7.


Safety Filter no Internet Explorer 8 Beta 1


Uma versão de testes do IE 8 já está disponível.
Executivos da Microsoft informaram ao News.com que a próxima versão de
testes (Beta 2) do IE 8 será lançada durante o verão americano.

De
forma similar, a Mozilla planeja uma proteção contra malwares melhorada
no Firefox 3, que está atualmente em beta. A Mozilla informou que a
nova versão irá alertar os usuários quando eles estiverem tentando
entrar em um site conhecido por instalações de vírus, spywares, trojans e outros malwares.




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