Hackers mudam seu foco para Firefox e Safari
08:43Os hackers estão focando suas atenções no Firefox e Safari, mostrando a todos que estes navegadores não são tão seguros quanto muitos imaginam.
Enquanto nenhuma falha do IE foi reportada neste mês, tanto o Firefox quanto o Safari foram atacados duramente por causa do númerto excessivo de vulnerabilidades.
Os desenvolvedores da Fundação Mozilla lançaram recentemente duas atualizações para o Firefox em menos de seis semanas, corrigindo cinco vulnerabilidades críticas. Todas elas podem ser exploradas por um JavaScript malicioso em um website.
O Safari 3.1 corrige 13 falhas afetando o Mac OS X, Windows XP e Windows Vista. As falhas no Safari permitem que um hacker faça com que você entre em um site falso como se fosse legítimo ou permite que ele tome o controle completo de seu PC através de uma página maliciosa.
Portanto, esqueça a idéia de que mudar do IE para outro navegador deixará você mais seguro..
Juiz solta hackers, mas exige que leiam obras clássicas
13:30Para conceder liberdade provisória a três jovens detidos sob a acusação de praticar crimes pela internet, um juiz federal do Rio Grande do Norte determinou uma condição inédita: que os rapazes leiam e resumam, a cada três meses, dois clássicos da literatura.
As primeiras obras escolhidas pelo juiz Mário Jambo, 49, foram "A hora e a vez de Augusto Matraga", conto de Guimarães Rosa (1908-1967), e "Vidas Secas", de Graciliano Ramos (1892-1953).
Os acusados Paulo Henrique da Cunha Vieira, 22, Ruan Tales Silva de Oliveira, 23, e Raul Bezerra de Arruda Júnior, 30, foram liberados no dia 17, após nove meses presos por envolvimento na Operação Colossus, da Polícia Federal. A operação, deflagrada em agosto de 2007, investiga uma suposta quadrilha que roubava senhas bancárias pela internet. Foram cumpridos 29 mandados de prisão no Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Paraíba.
Ao conceder a liberdade provisória aos três jovens, o juiz listou 12 condições, como não freqüentar casas de prostituição, lan houses e salas de bate-papo virtual. Jambo, que há três anos atua como juiz federal, disse que a Justiça precisa sair da "mesmice".
Três condicionantes se relacionam à educação dos acusados: freqüentar instituição de ensino, comprovar presença e aproveitamento nas aulas, ler e resumir os textos indicados.
Os três rapazes aceitaram as condições e já estão soltos. Como os jovens são peritos em internet, o magistrado determinou que os relatórios sobre as obras deverão ser feitos pelos jovens de próprio punho.
Sobre a escolha das obras de Ramos e Rosa, o juiz destacou o caráter educativo. "Nada como ler um "Vidas Secas" para perceber o que é vida dura, o que é necessidade de dinheiro."
Segundo Jefferson Witame Gomes Júnior, advogado de Oliveira, seu cliente ainda não se matriculou na faculdade, mas já comprou os livros. "a decisão [judicial] foi uma forma de integrá-los à sociedade e uma redenção, porque já não há educação no Brasil. Uma decisão dessas favorece jovens a utilizar a inteligência para fins positivos."
Querem saber? Gostei desse juiz. Realmente a molecada precisa se ocupar com coisas como a leitura, ainda mais de grandes clássicos, cada vez mais rara. O complicado é que esses moleques podem encontrar resumos na internet… Só não entendi o lance de proibir freqüentar casas de prostituição. Até parece que nerds freqüentam esses lugares.
Pragas virtuais cresceram 300% em 2007, diz Microsoft
12:55Em relatório divulgado em Londres, a Microsoft anunciou que o número de cavalos de tróia removidos de computadores de todo o mundo na segunda metade de 2007 cresceu 300% em comparação com o primeiro semestre.
Esses programas infectam computadores a fim de vender software indesejado, enviar e-mails sem a permissão do usuário ou roubar dados pessoais, de acordo com um estudo.
O número subiu de maneira tão acentuada porque mais computadores estão equipados com software que detecta programas maliciosos e porque os criminosos passaram a considerar os cavalos de tróia a "ferramenta preferencial", informa o relatório.
"Os números simplesmente explodiram, são imensos", disse Vinny Gullotto, gerente geral do Centro Microsoft de Proteção contra Malware. "Há fortes intenções criminosas ali."
Os cavalos de tróia podem registrar o que a pessoa digita ou recolher endereços de e-mail ou informações pessoais para propósitos criminosos.
A mais comum família de cavalos de tróia, no ano passado, foi a "Win32/Zlob", um software maligno, ou malware, que as pessoas baixavam da internet sem saber.
Quando instalada, essa praga leva as pessoas a arquivá-la, informando que elas precisam de um novo software para assistir vídeos on-line. O cavalo de tróia então bombardeia o computador com mensagens pop-up e falsas advertências de que a máquina está infectada.
Algumas das mensagens dizem: "Seu computador está infectado! O Windows detectou infecção de spyware. Clique aqui para proteger seu computador".
O cavalo de tróia em seguida coloca na tela anúncios de venda de software de combate a spyware, em sites que poderiam esconder fraudes de cartão de crédito. A Microsoft disse que se trata de um problema mundial e que está vinculado a quadrilhas do crime organizado.
Hackers chineses invadem o site The Sports Network
02:32Um ciberataque planejando contra o site CNN.com foi realizado durante o fim de semana, mas não surtiu muito efeito. O site The Sports Network, por outro lado, não sobreviveu ao ataque DDoS (distributed denial-of-service) feito por hackers chineses.
Às 10:00 da manhã de domingo, a página do The Sports Network trazia a seguinte notas:
"O site The Sports Network e outros grandes sites de notícias foram hackeados por uma entidade política da China, e como resultado, estão temporariamente indisponíveis Nós pedimos desculpas pela inconveniência e esperamos voltar com os sites o mais breve possível. Obrigado por sua paciência e entendimento."
O site TechCrunch tem uma screenshot do site hackeado, que menciona a situação política da China/Tibet. A derrubada do site The Sports Network ocorreu como resultado de uma ameaça pública feita por hackers chineses ao CNN.com.
De acordo com o pesquisador da Arbor Networks, os ataques tiveram efeito no CNN.com, mas não interromperam as operações do site. A maioria dos ataques foram floods TCP SYN (ainda popular depois de todos estes anos), visando três sites diferentes da CNN. A intensidade do ataque foi muito pequena na média, com os picos chegando a modestos (por padrões globais) 100 Mbps.
Detalhes do ataque ao CNN.com:
Largura de banda do ataque: pico: 100 Mbps, média: 20 Mbps
Duração dos ataques: 30 minutos, com média abaixo de 15 minutos
Alvos dos ataques: www2.cnn.com, www3.cnn.com, edition.cnn.com
Concurso para hackers termina em 2 minutos com invasão de MacBook Air
10:45Devem ser os 10 mil dólares mais rápidos que Charlie Miller já ganhou na vida.
O hacker foi o primeiro a invadir um dos três laptops (e ganhar o prêmio máximo de 10 mil dólares) nesta quinta-feira (27/03), o MacBook Air, no caso, durante o concurso "PWN 2 OWN" na conferência CanSecWest.
Organizadores do evento ofereceram um Sony Vaio, um Fujitsu U810 ou o MacBook como prêmios, afirmando que eles poderiam ser ganhos por qualquer um que descobrisse uma maneira inédita de invadi-los e ler conteúdos em um arquivo no sistema.
Ninguém conseguiu a proeza no primeiro dia do concurso, onde só eram permitidos ataques pela rede. No dia seguinte, porém, as regras foram relaxadas para que ações de usuários, como navegar ou receber e-mails, pudessem ser uma porta de entrada para ataques.
Miller, mais conhecido como um dos pesquisadores que invadiram o sistema do iPhone em 2007, precisou de apenas 2 minutos para invadir ao redirecionar os responsáveis pelo concurso a um site que continha um malware que, acessado, dava controle do micro ao hacker. Uma platéia de 20 presentes delirou com o feito.
Ao ganhar, Miller assinou um acordo em que não revelaria informações sobre a falha até que uma empresa de segurança patrocinadora do evento notificasse a Apple.
O campeão no ano passado, Dino Dai Zovi, explorou uma brecha no QuickTime para ganhar o prêmio. Zovi não participou da edição deste ano, afirmando que era hora de outra pessoa ganhar.
Nova Zelândia condena jovem de 18 anos por crimes na internet
08:55Owen Thor Walker, 18, declarou-se culpado de seis crimes em um tribunal de Thames, norte do país, e terá que se reapresentar à corte em 28 de maio.
O juiz Arthur Thomkins disse que, embora algumas acusações sejam passíveis de resultar em penas de prisão de até cinco anos, não pensa em determinar a detenção de Walker, que sofre da síndrome de Asperger, uma forma leve de autismo.
Walker, que usa na internet o pseudônimo "Akill", começou a praticar os delitos pelos quais foi condenado quando ainda estava no colégio.
O jovem criou um vírus encriptado que não é detectado pelos programas de antivírus, segundo a polícia.
O vírus, que permitia o acesso aos nomes de usuário e às senhas dos internautas, assim como aos números de cartões de crédito, foi utilizado por outras pessoas que cometeram crimes.
A polícia neozelandesa teve a cooperação do FBI (polícia federal norte-americana) e das autoridades holandesas para desmantelar a rede.
A investigação começou depois que um ataque contra 50.000 computadores bloqueou o servidor da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, em 2006.
Walker morava com os pais quando cometeu os delitos, mas estes acreditavam que o filho se dedicava a criar programas de maneira legal, informou a polícia. t
Exploit
08:54Até meados dos anos 90, acreditava-se que os exploits exploravam exclusivamente problemas em aplicações e serviços para plataformas Unix. A partir do final da década, especialistas demonstraram a capacidade de explorar vulnerabilidades em plataformas de uso massivo, por exemplo, sistemas operacionais Win32 (Windows 9x, NT, 2000 e XP). Como exemplo temos o CodeRed, o MyDoom, o Sasser em 2004 e o Zotob em 2005.
Como o exploit atua
Para um exploit atacar, o sistema precisa ter uma vulnerabilidade, ou seja, um meio de comunicação com a rede que possa ser usado para entrar, uma porta ou uma consola.
Um exploit muito usado é no sistema RPC do Windows:
• O usuário localiza a porta e envia à porta RPC uma sequência de bytes, que são interpretados como dados pelo servidor
• Quando são recebidos, estes dados deixam propositadamente o sistema em pane
• O sistema passa o controle a estes próprios dados que então são uma sequência de ordem para dominar a CPU.
Desta forma esta sequência de informações toma conta do PC e abre-o para o hacker que aguarda na outra ponta.
Por que o hacker é confundido com criminoso?
08:24Mas por quê?
Devido à capacidade do hacker criar coisas extremamente inovadoras e doá-las livremente para a sociedade, ferindo o lucro de empresas de Tecnologia que não conseguem competir com eles. Só que isso está mudando. Hoje, empresas estão contratando hackers e aprendendo trabalhar em colaboração, como os hackers fazem.
Crackers lançam ataque massivo por IFrames
00:53Os ataques, iniciados cerca de uma semana atrás, não mostram sinais de desaceleração, disse Dancho Danchev em um post colocado em seu blog. “O grupo continua expandindo a campanha”, disse o pesquisador búlgaro. “Eles mantêm alguns sites principais sob sua mira nas últimas 48 horas, com o número de páginas cacheadas localmente e com IFrame injetados em suas ferramentas de busca.”
Danchev listou mais de 20 sites que juntos respondem por mais de 401 mil páginas com IFrame. Esses sites incluem sites de grande abrangência, como o da biblioteca da Universidade Estadual da Carolina do Norte e páginas governamentais, bem como sites questionáveis, como os sites BitTorrent que hospedam software e outros conteúdos pirateados.
Os ataques “continuam crescendo”, disse Greenbaum, gerente sênior de pesquisas da Symantec. Ele explica que os ataques, que não se resumem ao controle de sites, utilizam caches de resultados de pesquisas mantidos por essas páginas.
Site da Trend Micro sofre ataque virtual
10:38Um porta-voz da empresa confirmou que o site da companhia foi invadido na quinta-feira (13/03), relatando que o ataque aconteceu no início da semana.
“Uma parte do site… algumas páginas foram atacadas”, disse Mike Sweeny, porta-voz da Trend Micro. “Tiramos parte das páginas o ar na noite da terça e tomamos ações corretivas”, disse ele.
Na quinta-feira (14/03), a fornecedora de segurança McAfee reportou que mais de 20 mil páginas da web tinham sido afetadas pelo ataque.
As páginas são infectadas com códigos maliciosos que tentam instalar softwares para roubar senhas dos computadores das vítimas.
Os pesquisadores ainda não sabem como os autores dos ataques conseguem invadir as páginas, mas todas parecem ter algo em comum: utilizar a tecnologia Active Server Page (ASP) da Microsoft, usada por muitos desenvolvedores para criar páginas em html. Uma falha na tecnologia seria o bastante para abrir portas para os crackers.
Nas páginas infectadas, os autores do ataque incluíram pedaços de código em JavaScript que redireciona o navegador do usuário a um ataque baseado em servidores na China.
A mesma técnica foi usada um ano atrás, quando crackers infectaram sites do time Miami Dolphins e da arena Dolphins Stadium às vésperas de um importante jogo de futebol americano, em 2007.
O código malicioso em JavaScript usado nos ataques tira proveito de falhas já corrigidas, portanto usuários com suas atualizações em dia estão seguros. No entanto, a McAfee alerta que alguns dos ataques utilizam programas obscuros, como os controles ActiveX para jogos online.
Se o código roda com sucesso, um programa que rouba senhas é instalado na máquina da vítima. O software malicioso procura senhas de vários jogos online, incluindo "Lord of the Rings Online".
Não é a primeira vez neste ano que um fornecedor de segurança tem seu site invadido. Parte do site da CA foi comprometida por um ataque similar em janeiro.
Famoso de criadores de vírus decreta próprio fim
09:18Segundo o site heise Security, a notícia foi dada por VirusBuster, o último membro ainda em atividade no grupo, que viu o afastamento de seus colegas desde julho de 2007.
Acredita-se que um dos motivos pelo qual o grupo se separou seja principalmente a completa comercialização da cena malware, que levou criadores de vírus para divisões do crime organizado e, consequentemente, diversos deles para a cadeia.
O 29A, cujo nome significa 666 em hexadecimal, foi o grupo responsável pelo vírus Cabir, que atacava smartphones, bem como pelos primeiros malwares para Windows 2000, para a versão 64-bits do sistema da Microsoft e também pelo Win32.Winux, uma amostra de vírus compatível tanto com Windows quanto Linux.
O foco principal do grupo não era causar danos, mas sim informar. Sendo assim, desenvolvia malware sem rotinas maliciosas, que apenas demonstrava métodos de distribuição e contaminação.
No site do grupo, VirusBuster afirma que o grupo que surgiu em sua própria BBS "Dark Node" está oficialmente aposentado e agradece muito a todos que colaboraram.
Cibercriminosos atacam sistemas de busca
00:09Grandes sites, como Wired.com e Cnet, estão sendo envolvidos nesse golpe. A injeção de iframe consiste em inserir no código de uma página web um comando HTML chamado iframe que pode, por exemplo, baixar um código malicioso para o micro de quem acessar a página adulterada.
É importante deixar bem claro que esse tipo de injeção pode acontecer até em páginas de sites idôneos, como tem ocorrido agora. O golpe corresponde a uma falsificação das técnicas usadas para melhorar a posição do site nos resultados de buscas, notadamente do Google.
A injeção de iframes, nesse caso, é feita em arquivos de cache que, no final, vão parar nas páginas de resultados oferecidas pelo sistema de busca. Assim, surge o risco de o usuário clicar num link e acabar infectando sua máquina com um código malicioso que não tem nada a ver nem com o mecanismo de busca nem com a página indicada no link.
Em seu blog, o pesquisador búlgaro Dancho Danchev (http://ddanchev.blogspot.com) já descreveu muitos ataques executados com técnicas de injeção de iframe. Para alterar uma página web – imaginamos nós –, o invasor precisa ter suplantado a segurança do servidor. Mas não é bem isso.
Os casos citados por Danchev não são de simples invasão do site e inclusão de código nas páginas. A coisa é mais sofisticada. Os cibercriminosos encontram brechas engenhosas e atacam em links insuspeitíssimos, que levam a alguns dos sites mais respeitados da web.
Hackers na empresa
09:11O hacker interno é aquele colaborador ou prestador de serviço que busca sempre burlar o esquema de segurança implementado pela empresa. É a pessoa que procura meios e técnicas para acessar o comunicador instantâneo, o webmail etc, que foram bloqueados e proibidos pela alta direção.
Este tipo de atacante é encontrado cada vez mais nas empresas. São pessoas geralmente jovens e com uma cultura onde tudo deve ser permitido.
Vamos conhecer os três principais problemas gerados pelos hackers internos:
1. Uso do comunicador instantâneo para reduzir o custo com telefonia
O que acontece na prática é a perda de produtividade por estarem sempre conversando com “paqueras”, namorado(a), amigo(a), etc. Também existe o risco de vazamento de informações através deste tipo de tecnologia. Outro fator que contribui para o bloqueio desta ferramenta combinada ao e-mail pessoal é a invasão de privacidade. A empresa não pode monitorar o e-mail ou o messenger pessoal do seu funcionário. E tudo que não pode ser monitorado deve ser bloqueado.
Mas se a empresa bloqueia o uso do messenger, o hacker interno procura alternativas de acesso, tais como o web messenger (ferramenta que permite o acesso ao comunicador através de uma página web). Já detectei alguns casos onde o web messenger estava programado para capturar o usuário e a senha do messenger. Em muitos casos o hacker interno acredita estar burlando o esquema de segurança da sua empresa, mas na verdade está caindo em uma armadilha virtual.
2. Desespero pelo Orkut
As empresas lutam contra os hackers internos que buscam formas de acessar a popular rede social do Google. É comum estar explícito na política de segurança da empresa que é proibido o acesso ao Orkut e a outros sites de relacionamento. Porém, algumas pessoas não agüentam ficar algumas horas sem acessar o Orkut e procuram técnicas para burlar o esquema de segurança.
O mais absurdo que consegui detectar foram casos onde o funcionário da empresa entra em contato via telefone com um colega que está em casa ou em outra empresa. Essa pessoa fornece o seu usuário e a senha para o amigo acessar o Orkut. Depois o amigo copia os recados que estão no Orkut e envia os recados para o e-mail corporativo do colega. Ou seja, mesmo com o site do Orkut bloqueado, o hacker interno está acessando os seus recados utilizando o próprio e-mail corporativo.
3. Notebook pessoal no ambiente corporativo
Os preços dos notebooks estão cada vez mais acessíveis às pessoas de classe média. Podemos perceber um aumento da utilização de notebooks pessoais no ambiente corporativo. Um dos problemas é a disseminação de software pirata, filmes, músicas etc., na rede. O hacker interno utiliza o seu notebook pessoal para distribuir aos colegas de trabalho fotos pornográficas, músicas, filmes, entre outros.
A empresa não pode monitorar o notebook pessoal do seu funcionário, o que faz com que a área de auditoria encontre dificuldades em conseguir evidencias de que o hacker interno está distribuindo arquivos não permitidos no ambiente computacional.
É importante a empresa implementar programas de conscientização para minimizar o risco de criar hackers internos. A área de tecnologia ou segurança da informação deve possuir recursos para detectar desvios na política de segurança ou diretrizes da empresa e detectar estes funcionários.
O setor de Recursos Humanos deve sempre conscientizar os funcionários sobre as punições em casos de violações da política de segurança, normas e código de ética.
Deixe bem claro para os funcionários da sua empresa que devem sempre informar a área de auditoria quando descobrirem o hacker interno. Caso contrário a pessoa torna-se cúmplice e também pode sofrer uma punição.
Hackers se especializam em criar pragas para público restrito
17:47São Francisco - Eles não querem mais o maior
número de vítimas possível. Preferem atingir públicos menores e não
chamar atenção da mídia.
Durante os dois últimos anos, hackers criaram programas maliciosos
especialmente desenhados para infectar internautas de países como
Japão, Brasil, China e Alemanha. Bem-vindos à era das pragas
localizadas.
Em 2006, a McAfee identificou 53.537 espécies únicas de pragas. No ano
passado, o número subiu para 131.862 e pode ter dobrado este ano. Até o
final de 2008, a empresa espera identificar cerca de 750 espécies de
vírus por dia.
Por
exemplo, um tipo de cavalo-de-tróia infecta usuários do programa de
compartilhamento de arquivos Winny (o criador do Winny, Isamu Kaneko,
foi condenado em 2006 por encorajar a violação de direitos autorais).
Esse programa é incrivelmente popular no Japão, mas não é conhecido em
outros países. Mesmo assim, ele tem sido a isca usada por inúmeros
vírus, de acordo com o gerente de pesquisa e comunicações da McAfee,
Dave Marcus.
Hackers se especializam em criar pragas para público restrito
17:47São Francisco - Eles não querem mais o maior
número de vítimas possível. Preferem atingir públicos menores e não
chamar atenção da mídia.
Durante os dois últimos anos, hackers criaram programas maliciosos
especialmente desenhados para infectar internautas de países como
Japão, Brasil, China e Alemanha. Bem-vindos à era das pragas
localizadas.
Em 2006, a McAfee identificou 53.537 espécies únicas de pragas. No ano
passado, o número subiu para 131.862 e pode ter dobrado este ano. Até o
final de 2008, a empresa espera identificar cerca de 750 espécies de
vírus por dia.
Por
exemplo, um tipo de cavalo-de-tróia infecta usuários do programa de
compartilhamento de arquivos Winny (o criador do Winny, Isamu Kaneko,
foi condenado em 2006 por encorajar a violação de direitos autorais).
Esse programa é incrivelmente popular no Japão, mas não é conhecido em
outros países. Mesmo assim, ele tem sido a isca usada por inúmeros
vírus, de acordo com o gerente de pesquisa e comunicações da McAfee,
Dave Marcus.




